quarta-feira, 27 de setembro de 2017

CEEP/MPPP - Em Parnaíba é Bicampeão do III Circuito de Ciências da Rede Pública de Ensino do Estado do Piauí.

Pelo segundo ano consecutivo o Centro Estadual de Educação Profissional - CEEP/MPP e o Clube de Ciências "Orion" venceu a etapa regional do III Circuito de Ciências feito inédito da escola.
O Circuito de Ciências é um projeto da Secretaria de Educação do Estado, por meio da Superintendência de Ensino, onde vários trabalhos de escolas públicas foram apresentados e avaliados.
O Projeto tem como objetivo promover a cultura da ciência na comunidade escolar, realizando atividades que favoreçam o pensamento crítico e a prática de processos investigativos entre estudantes e gestores.

A equipe do Clube de Ciências "Orion" composto pelos alunos, Eduardo, Vitor, Emanuel, Elves, Luis Felipe, Expedito, Raquel e  Dourrane e os professores Aline Veras Aurelio e Carlos Fernando de Oliveira Sousa, apresentando o trabalho " Aplicando a matemática na economia de Energia Elétrica em uma propriedade rural no Município de Ilha Grande" foi a grande vencedora da etapa regional em Parnaíba - PI e disputará em Outubro a etapa Estadual em Teresina.

O projeto vencedor teve como ênfase o uso de alternativas sustentáveis para gerar economia energética em uma pequena propriedade rural usando materiais recicláveis e cálculos simples que facilitem o entendimento por parte da comunidade.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Pesquisa o que é e para que serve


Hoje  o mundo moderno evolui com grande rapidez, através das descobertas tecnológicas que criam novos produtos e da mudança de hábitos que modificam os usos e costumes. A verdade é que o processo é rápido e constante.
Para acompanhar a evolução da sociedade e poder descobrir num determinado tempo e em determinados lugar, dados, opiniões são as tendências da sociedade. A pesquisa utiliza fundamentos de outras ciências como a psicologia, filosofia, sociologia, matemática e estatística e se transforma num poderoso instrumento, com validade cientifica.
A pesquisa facilita, organiza e orienta a tomada de decisões por parte dos governantes, políticos, empresários, líderes comunitários e sindicais. Ao contrário do que se pensa, a pesquisa pode e deve ser utilizada por todos. Desde os grandes até as pequenas empresas.
Utiliza-se pesquisas para conhecer os clientes. Onde moram, qual sua renda, quais seus hábitos, o que pensam, o que desejam, que produtos compram. Utilizam -se a pesquisa ainda para descobrir onde está e como buscar cliente potencial para os produtos e serviços oferecidos.
Por estas razões, a pesquisa torna-se muito mais importante para as empresas, por menor que sejam, para orientar a tomada de decisões corretas, baseadas nos resultados. Como todas as ciências, a pesquisa vem evoluindo de forma muito rápida. Para facilitar o trabalho, as pesquisas foram divididas em modalidades, de acordo com o objetivo de seu estudo.
Pesquisa de opinião 
Esta é uma modalidade de pesquisa que procura descobrir a opinião das pessoas, ou de um grupo de pessoas, num determinado momento. O mais interessante é que as pesquisas, geralmente feitas semanalmente, apresentam variações de uma para outra. Isto significa que a pesquisa descobre a opinião das pessoas num determinado momento.
Pesquisa motivacional
Esta é uma modalidade de pesquisa, geralmente interna, que instituições e empresas utilizam para medir o grau de satisfação e o índice de motivação das pessoas que as compõem. Por exemplo, numa instituição de ensino pode -se aplicar uma pesquisa para descobrir o grau de satisfação e motivação dos alunos para alcançar o objetivo maior da instituição, ou seja, aprender e ter uma formação.
Numa empresa pode-se avaliar o grau de satisfação dos empregados com as instalações, equipamentos, salários, planos de assistência médica/odontológica, valorização pessoal, relacionamentos internos com a direção, chefias dos departamentos, divisões, seções, setores, etc.
E também o grau de motivação dos empregados para alcançar os objetivos da empresa, ou seja, a produção ou prestação de serviços.
Pesquisa de mercado ou mercadológica
Todo negócio por mais simples que seja, exige uma pesquisa de mercado antes do início, pois a pesquisa de mercado funcionará como uma bússola que o empreendedor poderá guiar antes de dar início às atividades, sem que haja dúvidas.
Elaboração da pesquisa de mercado
O primeiro passo é definir o público alvo de acordo com a natureza do produto ou serviço, ou seja, o público alvo é quem estará disposto a consumir esse produto ou serviço. Logo em seguida saber se os objetivos estão de acordo com o que se espera descobrir com a pesquisa, para que no próximo passo defina os dados da coleta, como serão levantados e como serão utilizados.
Os dados primários são aqueles que precisam ser separados, refinados e trabalhados para depois sofrerem a extração de informações. Os dados primários são retirados do banco de dados interno da empresa, são informações como vendas, horário de vendas, itens que foram comprados, características dos clientes e informações econômicas como preços, fornecedores e concorrência.
Dados secundários são aqueles que já foram trabalhados e podem ser extraídos de órgãos competentes como o IBGE ou do IPEA e outros órgãos que poderão dar informações sobre informações primarias como sexo, idade, estado civil ou profissão. Outros fatores a ser considerados antes da elaboração da pesquisa são ferramentas como questionário de pesquisas. 
A vantagem de procurar por dados secundários é que a pesquisa por dados secundários é desenvolvida de forma mais dinâmica, pois os dados já estão disponíveis nos sistemas desses órgãos de pesquisa.
A pesquisa de mercado normalmente é externa e procura descobrir as características de um mercado, as preferências por determinado produto ou serviços e quais as razões delas. As grandes empresas, geralmente antes de lançar determinado produto ou serviço, efetuam pesquisas, para descobrir qual vai ser a aceitação deles e se existe no mercado um vazio para aqueles produtos, ou seja, uma necessidade por parte dos consumidores ou usuários.
Como no Brasil tem dimensões continentais, é perigoso se lançar alguns produtos ou serviços novos em todo o seu território. Em caso de rejeição, prejudica-se a imagem da empresa em todo o país.
Por isso, costuma-se utilizar mercados – teste: lança-se o produto ou serviço em alguns mercados e pesquisa- se a aceitação deles. A partir dos resultados, pode-se corrigir falhas e, no caso de insucesso, a imagem da empresa fica prejudicada somente em algumas cidades.
Portanto, a pesquisa de mercado ou mercadológica procura descobrir características das pessoas que compõem o mercado, preferencialmente por produtos e serviços e suas razões.


terça-feira, 12 de setembro de 2017

Tipos de Empreendedores



Tipo 1- O empreendedor Nato

Geralmente são os mais conhecidos e aclamados. Suas histórias são brilhantes e muitas vezes, começaram do nada e criam grandes impérios. Começam a trabalhar muito jovens e adquirem habilidades de negociação e de vendas. Em países ocidentais, esses empreendedores natos são, em sua maioria, imigrantes ou seus pais  e avós o foram. Exemplos: Bill Gates, Silvio Santos, Irineu  Evangelista de Sousa. (Barão de Mauá). Etc.

Tipo 2 – O empreendedor  que Aprende (Inesperado)

Esse tipo de empreendedor tem sido muito comum: É normalmente uma pessoa que, quando menos esperava, se deparou com oportunidades de negócio e tomou a decisão de mudar o que fazia na vida para se dedicar ao negócio próprio. É uma pessoa que nunca pensou em ser empreendedor,que antes de se tornar um via a alternativa de carreira em grandes empresas como a única possível.

Tipo 3 – O empreendedor  Serial (Cria novos negócios)

O empreendedor serial é aquele apaixonado não apenas pelas empresas que cria, mas principalmente pelo ato de empreender. É uma pessoa que não se contenta em criar um negócio e ficar à frente dele até que se torne uma grande corporação. Como geralmente é uma pessoa dinâmica, prefere os desafios e a adrenalina envolvidos na criação de algo novo a assumir uma postura de executivo que lidera grandes equipes. Normalmente está atenta a tudo o que ocorre ao seu redor e gosta de conversar com as pessoas, participar de eventos, associação, fazer networkimg. Ao concluir um desafio, precisa de outros para se manter motivado.

Tipo 4 –  O empreendedor Corporativo

O empreendedor corporativo tem ficado mais em evidencia nos últimos anos, devido à necessidade das grandes organizações de se renovar, inovar e criar novos negócios. São geralmente executivos muito competentes, com capacidade gerencial e conhecimentos de ferramentas administrativas. Trabalham de olho nos resultados para crescer no mundo corporativo. Assumem riscos e tem o desafio de lidar com a falta de autonomia, já que nunca terão o caminho 100% livre para agir. Isso faz com que desenvolvam estratégias avançadas de negociação. São hábeis comunicadores e vendedores de suas ideias. Desenvolvem seu networking dentro e fora da organização.

Tipo 5 – O empreendedor Social

O empreendedor social tem como missão de vida construir um mundo melhor para as pessoas. Envolve – se em causas humanitárias com comportamento singular. Tem um desejo imenso de mudar o mundo criando oportunidades para aqueles que não tem acesso a elas. Suas características são similares às dos demais empreendedores, mas a diferença é que se realizam vendo seus projetos trazerem resultados para outros e não para si próprios. Os empreendedores sociais são um fenômeno mundial, principalmente em países em desenvolvimento, como o Brasil, tem um papel social extremamente importante, já que através de suas ações e das organizações que criam preenchem lacunas deixadas pelo poder público. De todos os tipos de empreendedores é o único que não busca desenvolver um patrimônio financeiro, ou seja, não tem como um de seus objetivos ganhar dinheiro.

Tipo 6 -  Empreendedor por necessidade

É  o empreendedor que por falta de alternativa cria o seu próprio negócio. Geralmente não tem acesso ao mercado de trabalho ou foi demitido. Está envolvido em negócios informais, prestando serviços simples e com resultados de pouco retorno financeiro. São vítimas do modelo capitalista atual, pois não possuem acesso a recursos técnicos ou financeiros, à educação  e as mínimas condições para empreender de forma planejada e contribuir para o desenvolvimento econômico da nação.

Tipo 7- O empreendedor herdeiro ( sucessão familiar)

É o empreendedor que recebe desde cedo a missão de manter o legado familiar. Seu desafio é multiplicar o patrimônio recebido e isto tem se tornado cada vez mais difícil. Normalmente começam cedo na empresa familiar e acabam assumindo cargos de direção ainda jovens. Usam a experiência  e o conhecimento da família com os negócios para administrar o empreendimento.

Tipo  8 – Empreendedor normal

É  o empreendedor que faz o que se espera dela em determinada situação, busca minimizar os riscos, que se preocupa com os próximos passos do negócio, que tem uma visão do futuro clara e que trabalha em função de metas. É o mais completo do ponto de vista da definição de empreendedor e o que teria como referência a ser seguida, mas que na prática ainda não representa uma quantidade considerável de empreendedores.

sábado, 9 de setembro de 2017

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Motivação e Automotivação



A palavra “motivação” vem do  latim moveres, relativo a movimento, coisa móvel. Com isso vemos que a palavra motivação, dada a origem, significa movimento. Quem motiva uma pessoa, isto é,quem lhe causa motivação, provoca nela um novo ânimo, e esta começa a agir em busca de novos horizontes, de novas conquistas.
Embora algumas atividades ocorram sem que haja motivação para isso, como por exemplo, o crescimento das unhas, o envelhecimento da pele, o aumento da estatura de uma criança nos seus dez primeiros anos de vida,grande parte do que realizamos ocorre por que somos motivados a agir, como por exemplo, aparar as unhas, desacelerar o envelhecimento da pele e ainda elevar a chance de se ter uma “boa” estatura. Mas qual é a motivação de tudo isso? Poderíamos dizer que a resposta seria manter uma boa aparência  diante de outras pessoas. Da mesma maneira, há motivos que impulsionam o empreendedor a agir, contagiando de forma animada as pessoas que o rodeiam.

NECESSIDADES

Necessidades, ou motivos, são forças conscientes ou inconsciente que permitem ao indivíduo apresentar um comportamento específico e não outro; como exemplo podemos citar a fome que é motivo para a alimentação, o sono que é motivo para dormir, entre outras necessidades humanas. A motivação está relacionada ao comportamento, que é causado por necessidades intrínsecas do indivíduo e que é impulsionado ao alcance de objetivos. As necessidades podem ser classificadas em:
  • Necessidades primárias (físicas básicas) – necessárias para a sobrevivência humana podendo variar em intensidade de uma pessoa para outra. Exemplo: alimento, água, sexo, repouso e ar.
  • Necessidades secundárias (sociais e psicológicas) – comprometem esforços para a obtenção de objetivos organizacionais em função da motivação. As necessidades secundárias são desenvolvidas de acordo com o ganho de maturidade das pessoas. Exemplo: rivalidade, autoestima, autoconfiança.

Necessidades de Maslow (1943)

A teoria de Maslow (1943) é de fundamental importância para o estudo da motivação. Para ele, as necessidades humanas não possuem a mesma intensidade, elas surgem seguindo prioridades; à medida que as necessidades primárias são satisfeitas, as necessidades secundárias passam a ter ênfase. De acordo com a hierarquia de necessidades proposta pelo autor, existem cinco níveis, os quais são: autorrealização, autoestima, necessidades sociais, necessidades de segurança, necessidades fisiológicas básicas.

Modelo dos dois fatores de Herzberg (1997)

Frederick Herzberg desenvolveu sua pesquisa entre contadores e engenheiros na década de 50, onde solicitou que os pesquisadores registrassem dois momentos de seu trabalho: um que se sentiram muito mal e outro em que se sentiram muito bem e ainda que descrevessem que fatores os levaram a tais condições.
Em sua pesquisa, Herzberg (1997) descobriu que fatores considerados como pontos de realização profissional não eram considerados pelos pesquisadores como fatores da não realização, ao contrário disso, sentimentos negativos eram gerados por politicas administrativas, dentro das organizações.
Segundo a teoria dos dois fatores, o que eleva a produtividade do trabalhador são fatores higiênicos ou de manutenção, ou seja, que estão relacionados ao ambiente de trabalho e proporcionam segurança, sendo questões de responsabilidade de empresa. São exemplos desse tipo de fator: salário, benefícios sociais, carreira, recompensas, reconhecimento, tipo de gerência, condições físicas e ambientais, politica da empresa, diretrizes, clima organizacional, regulamentos, normas internas, etc. Porém, o que se entende é que estes fatores não geram motivação, apenas evitam a insatisfação.

Modelo ERC de Alderfer (1973)

Segundo o modelo de Alderfer (1973) há somente três níveis de necessidades que merecem destaque:
  • Necessidades de existência – diretamente ligadas a fatores fisiológicos e de existência. Ex: salário, segurança no cargo, etc.
  • Necessidades de relacionamentos – estão associadas à aceitação e compreensão, enfim, as relações  interpessoais.
  • Necessidade de crescimento- envolvem autoestima e autorrealização.

Para Alderfer (1973), o individuo pode transitar entre um nível e outro sem que necessariamente esteja satisfeito no nível anterior, pode ainda estar no nível mais elevado e retornar a níveis mais baixos.
Todo esse estudo sobre motivação é para deixar claro que é a característica que mais identifica o empreendedor. Motivação permite ao empreendedor contagiar outras pessoas a ponto de que se sintam também intencionadas a trabalhar em prol dos mesmos objetivos de quem os inspirou.

AUTOMOTIVAÇÃO

Automotivação significa motivar a si mesmo, ou seja, buscar razões para enfrentar desafios ou atingir metas sem que necessariamente algo externo lhe impulsione a isso. È encontrar razão para ser melhor do que já é, criar além do que já existe, acreditar que é capaz de conquistar aquilo ao qual se propôs.

Portanto,

  • Confie em seu potencial de modo que você possa se tornar cada vez melhor, e obviamente, obter sucesso.
  • Planeje tudo o que deve executar a fim de que o risco de erro seja o menor possível. Só assim o desânimo não poderá abater a luta.
  • Sempre realize o que gosta, jamais faça algo por obrigação e procure ver o que há de positivo na atividade realizada. Só assim o trabalho poderá ser feito com zelo.
  • Compreenda que muitas vezes o fracasso está relacionado ao sucesso.
  • Invista em qualificação profissional de modo que esteja sempre agregando valor a si próprio, assim como às pessoas com quem você tem contato.

Vantagens e Desvantagens do Empreendedor

A principal pergunta do futuro empreendedor é “ vale a pena assumir os riscos e encarar assumir um negócio?” Para responder esta questão é necessário avaliar um conjunto de quesitos, pois existem vantagens e desvantagens em ser dono do seu próprio empreendimento e você deve analisar com cautela a oportunidade e calcular os riscos do empreendimento.
Ter um patrão ou ser dono do próprio negócio? Optando pela segurança opção, o empreendedor deverá ter o preparo técnico e profissional para o novo desafio, pois prever os riscos e os possíveis tropeços aumenta substancialmente as chances de sucesso.
O estudo (conhecimento) também é essencial para o sucesso, pois o empreendedor pode utilizar de técnicas empresariais consagradas de sucesso, tal como: “ benchmarking”, que consiste no processo de avaliação da empresa em relação à concorrência , por meio do qual incorpora os melhores desempenhos de outras firmar ou aperfeiçoar os seus próprios métodos.
Muitos são os problemas enfrentados pelos empreendedores brasileiros, tais como falta de capital de giro e de pesquisa de mercado, burocracia, altos índices de tributos e impostos, corrupção, carência de capacitação e treinamento dos empreendedores; ineficiência administrativa; falta de redes associados; exclusão digital; inexperiência entre muitos outros.
Infelizmente, o caminho percorrido pelo empreendedor brasileiro é árduo, mas tende a ser gratificante e lucrativo. Mas diante de enormes problemas enfrentados, é necessário o empreendedor prevê-las e saber solucioná-las. De fato, o empreendedor dá um grande salto reconhecendo os problemas e oferecendo soluções viáveis.
No  primeiro lugar, lembramos que a “ legislação” é a solução para a maioria dos itens elencados ( burocracia, carga  tributária, capacitação etc.) desta forma, quanto mais políticos comprometidos e honestos, maior será a chance aumentarmos o sucesso de nossas empresas com o aparecimento de leis que favoreçam o empresário.
Problema como  a inexperiência , (embutidos a falta de conhecimento do produto ou do mercado, falhas administrativas, inexperiência prática e teórica entre outras), sempre acaba com a capacitação do empreendedor. Para resolver esta questão é necessário primeiro o nosso próprio empreendedor buscar “conhecimento” através de cursos, palestras , congressos, revistas, seminários, feiras e jornais. Sabemos que o brasileiro é reconhecido mundialmente pela vocação empreendedora e criatividade, no entanto, lamentavelmente há problemas quanto nos referimos ao capital na hora de abrir uma empresa e por sua vez, o estado não valoriza e não dispõe de mecanismos eficazes para solucionar a vocação brasileira empreendedora.
Para atenuar o problema da concorrência, lançamos mão das regras básicas do mercado, oferecendo: preço, forma de pagamento facilitado, qualidade, inovação, atendimento exemplar, etc.
Ainda do item concorrência, no podemos deixar de mencionar a ferramenta do “ BENCHMARKING” consistente num processo continuo de avaliação dos produtos, serviços e práticas dos concorrentes, aplicando de forma melhorada em sua empresa.
No que refere ao empreendedor individual o bom é que você conta com diversos benefícios, como aposentadoria  e auxilio doença, além da possibilidade de participar de licitações públicas. A nova legislação permite ao trabalhador formalizar o seu negócio pagando apenas 5% do salário mínimo referente ao INSS.

Veja mais no vídeo -  Quais as Vantagens e Desvantagens do MEI?“ 

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Características de um Empreendedor de Sucesso

O que faz alguém ser bem sucedido em seus negócios, depende não somente do espírito empreendedor. Alguns desenvolvem algumas características que são fundamentais para o êxito do empreendimento. Veja algumas características de empreendedores de sucesso que participaram do Empretec.
Características Empreendededoras do Empretec.



Não importa o Mercado que deseja siga os bons exemplos, e o que muitos tiveram que fazer para obter sucesso nos negócios.
Qual o Comportamento Empreendedor que todos devemos ter, para enfrentarmos o Mercado de Trabalho?
Paixão, Persistência, Prioridade, veja sua melhor característica para ser um empreendedor de sucesso.